Educação e Saúde: Tragédia à vista!

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corte

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Este blog gostaria muito de trazer boas notícias todos os dias.

Mas sinceramente está cada vez mais difícil.

Esta vai para aquelas pessoas que ainda não acreditam que vamos viver tempos sombrios em nosso país.

O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quarta-feira (24), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que vai orientar a elaboração da proposta orçamentária de 2017, incluindo no texto item inconstitucional proposto pelo governo interino e ilegítimo de Michel Temer e que congela, por 20 anos, os gastos com saúde e educação.

Como você verá abaixo, até o programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” será prejudicado!

Na prática, a manobra do governo ilegítimo é incluir na LDO, sem nenhum debate, parte da proposta de emenda à Constituição (PEC 241/16) que prevê novo regime fiscal e estrangula os investimentos da União em serviços públicos.

O líder do PT na Câmara, deputado Afonso Florence (BA), denunciou que os parlamentares que votaram a favor desse projeto de LDO estão tirando dinheiro da saúde e da educação para dar a banqueiros. “É por isso que a votação tem que ser na calada da noite, porque não querem que o povo saiba o que está acontecendo. Mas nós vamos denunciar. Essa LDO traz a aberração de votar já no orçamento do ano que vem algo que não tem sustentação constitucional. Esse é um golpe de curto prazo, e a PEC 241 é de longo prazo, porque golpista gosta de golpe de qualquer natureza”, atacou Florence.

 O deputado Henrique Fontana (PT-RS), vice-líder da Bancada do PT, criticou que a regra entre em vigor sem um amplo debate, que é um requisito obrigatório – através de comissões especiais e votação em dois turnos nas duas casas do Congresso – para a aprovação de propostas de emenda à Constituição. “Além disso, essa regra vai levar a um colapso os serviços públicos no nosso País. Então, nós não aceitamos a regra de manter o crescimento de áreas estratégicas, como saúde e educação, pelo IPCA, porque isso significa, por exemplo, impedir a abertura de hospitais, unidades que estão ficando prontas, porque isso é investimento novo, não é só a correção do IPCA”, explicou o petista.

 O deputado José Guimarães (PT-CE) reiterou que a aprovação do texto representa um “duro golpe” nas conquistas sociais obtidas nos últimos 13 anos pelos governos do PT.

“Existem dois aspectos que precisam ser considerados neste texto aprovado. Em primeiro lugar, o Congresso jamais poderia num projeto de lei ordinária, como é a LDO, por vias obscuras, introduzir matéria de uma emenda constitucional. Não pode, segundo a Constituição brasileira, estabelecer teto de gasto com base na inflação, como é a proposta, sem emenda à Constituição, isso é uma ilegalidade. E o segundo aspecto é que esta regra estabelece que todos os investimentos públicos no país, não só saúde e educação, estarão vinculados à inflação do ano anterior e isso, na prática, significa que os investimentos vão ser reduzidos. E quem perde com isso são as obras hídricas que serão paralisadas, e ficarão sem recursos as creches, as escolas profissionalizantes, as unidades básicas de saúde, os hospitais universitários e todo o serviço público do país”, lamentou Guimarães.

 A proposta de LDO estabelece um déficit primário de R$ 139 bilhões como meta fiscal do governo federal para 2017.

Para as estatais federais a meta é um déficit de R$ 3 bilhões.

No total, o setor público federal terá como meta um déficit primário máximo de R$ 142 bilhões, o equivalente a 2,09% do Produto Interno Bruto (PIB).

Para os estados, Distrito Federal e municípios, o valor máximo aceito será um déficit de R$ 1,1 bilhão.

 Vetos

Ainda na sessão do Congresso, foram apreciados e mantidos oito vetos presidenciais a projetos de lei.

Dentre eles o que previa a destinação de 10% dos recursos do programa Minha Casa, Minha Vida para a construção de imóveis direcionados a pessoas de baixa renda nos municípios com menos de 50 mil habitantes.

E não para por aí.

Já existem projetos de entrega da nossa soberania sobre uma das maiores fontes subterrâneas de água do mundo para empresas como a coca-cola, danone, nestlé e tantas outras interessados em nossas reservas de água mineral.

Em um futuro breve, o brasileiro que quiser água vai pagar muito mais cara, do que já é, a conta do caos da falta d’água.

Mais que um símbolo de luta, gritar Fora Temer significa lutar contra a retirada de nossos direitos.

Em todos os aspectos.

Em todas as áreas.

Fonte:

http://www.redemundonoticias.com

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Dialética: Porque é tão importante exercê-la e porque ela é tão condenada?

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dialética

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Muita gente já ouviu falar.

Outros conhecem a palavra mas não se aprofundam em conhecer o seu significado.

Muita gente pratica sem nem perceber que está exercendo todos os dias.

Outros a conhecem muito bem e exatamente por isso privam o direito alheio de usar esta prática.

Na verdade a dialética está presente em nossa sociedade há milênios.

Senão vejamos.

Na Grécia antiga de Platão, a dialética significava o processo de diálogo, assumindo assim a forma de debate entre interlocutores comprometidos com a busca da verdade, através do qual a alma se eleva, gradativamente, das aparências sensíveis às realidades inteligíveis ou ideias.

Já para os seguidores de Aristóteles, a dialética era o raciocínio lógico que, embora coerente em seu encadeamento interno, está fundamentado em ideias apenas prováveis, e por esta razão traz em seu âmago a possibilidade de ser refutado.

Já para Marx e Engels, a dialética compreende a teoria do conhecimento onde é o pensamento e a realidade ao mesmo tempo, ou seja, a realidade é contraditória com o pensamento dialético.

É a partir deste último conceito que a dialética se torna uma grande ameaça aos senhores do poder.

Vejam bem, aqui quando tratamos de senhores do poder, estamos descrevendo tanto os governantes poderosos, quanto os senhores com o pseudo poder, ou como prefiro dizer, os possuidores da SMP (síndrome do pequeno poder).

Muitas pessoas incomodadas com o processo dialético cerceiam e condenam este processo uma vez que se isolam em seu centro de micropoder, em grupos fechados e acabam se distanciando do processo prático vivido por seus subordinados.

Em determinados processos estes senhores do poder não vivenciam ou conhecem a realidade do dia a dia, desconsideram a vivência e experiência das outras pessoas e acabam por fazer julgamentos inconcebíveis, formulando conceitos teóricos com danos irreversíveis para muitos processos de inovação e reordenamento teórico-prático.

A intervenção nestes processos sem o devido conhecimento pode frear avanços de ações desenvolvidas e beneficiam apenas a estrutura vigente que por muitas vezes é engessada e procura manter a continuidade de um padrão arcaico que na maioria das vezes favorece uma estrutura burocrática em nome dos privilégios de poucos.

Um exemplo claro dos conceitos descritos acima é a forma de como instituições e representações coletivas não emergem a fundo em problemas vividos na prática por quem os representa.

Estes órgãos estão ali para aparentemente representar sua categoria profissional.

Aparentemente, pois muitos de seus representantes já não conhecem mais o meio em que vivem os seus colegas, e tem o famigerado temor que um dia lhe tomem o poder exatamente pela prática e uso da dialética.

Já não vão nos territórios conhecer o trabalho de campo dos profissionais.

Não compreendem que a dialética muda e que conceitos ultrapassados devem dar lugar a novos métodos que contemplem não somente a uma estrutura específica, mas que oportunizem as relações sociais e o conhecimento como um todo, incluindo todos os sujeitos envolvidos em todas as questões que lhes são pertinentes.

A condenação é apenas a forma mais prática de jogar a dialética na lata de lixo.

Mas a dialética resistirá, independente ou não dos donos do pequeno poder.

E fortalecerá cada vez mais os sujeitos dialéticos.

Pois a dialética evolui, mas os homens ficam, morrem e serão lembrados e exaltados pela compreensão histórica, ou seu legado deteriorado em função de sua inutilidade e desfavor aos avanços da sociedade.

As cartas estão na mesa, e nem sempre a escolha mais fácil é a escolha mais sábia!

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Banco Comunitário: Uma pequena grande ideia!

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Banco Comunitário

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Muitas comunidades nas periferias de nosso país reclamam da falta de oportunidade e incentivos e elas tem razão para isso, visto que geração de emprego e renda não é o foco de instituições financeiras tradicionais.

Um bom exemplo de como a comunidade pode encontrar soluções para seus problemas e girar a economia local é a criação do Banco Comunitário.

Com o Banco Comunitário é possível até que a comunidade utilize dinheiro próprio em circulação, gerando casos únicos de prosperidade em diversas regiões do Brasil.

Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais, tendo por base os princípios da Economia Solidária.

Seu objetivo é promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, através do fomento à criação de redes locais de produção e consumo.

Baseia-se no apoio às iniciativas da economia popular e solidária em seus diversos âmbitos, como:  de pequenos empreendimentos produtivos, de prestação de serviços, de apoio à comercialização e o vasto campo das pequenas economias populares.

A ONG cearense Instituto Banco Palmas dá algumas dicas explicando as características e indicando produtos que podem ser uma excelente alternativa às altas taxas de juros e à negação de crédito de quem mora na periferia. Confira abaixo:

Principais Características

  •  A própria comunidade decide criar o banco, tornando-se sua gestora e proprietária;
  • Atua sempre com duas linhas de crédito: uma em reais e outra em moeda social circulante local;
  • Suas linhas de crédito estimulam a criação de uma rede local de produção e consumo, promovendo o desenvolvimento endógeno do território;
  • Apoia os empreendimentos com estratégia de comercialização como: feiras, lojas solidárias, central de comercialização, etc.;
  • Atua em territórios caracterizados pelo alto grau de exclusão e desigualdade social;
  • Volta-se para um público caracterizado pelo alto grau de vulnerabilidade social, sobretudo aqueles beneficiários de programas sociais governamentais de políticas compensatórias;
  • Funda sua sustentabilidade financeira, em curto prazo, na obtenção de subsídios justificados pela utilidade social de suas práticas.

Para maiores informações sobre o Banco Comunitário, clique no link abaixo:

http://www.institutobancopalmas.org/o-que-e-um-banco-comunitario/

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Quem tem medo do debate?

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debate

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Historicamente a TV Bandeirantes inicia os debates na TV e informalmente assim dá-se o sinal de partida do processo de eleições.

Este ano não será diferente e nesta segunda-feira, algumas capitais do país serão contempladas com o debate ao vivo na TV entre @s candidat@s à prefeit@.

Debates que já se tornaram uma tradição democrática e que inclusive já promoveram momentos históricos e importantes para que @ eleitor(a) saiba em quem votar na eleição municipal, estadual ou federal.

E a classe política sabe do poder das TVs e do poder dos debates para os seus candidatos.

Exatamente por saber desta força, o Congresso Nacional, sob o comando de Eduardo Cunha, criou um lei esdrúxula que impede a participação de importantes candidatos, uma vez que seus partidos não possui congressistas suficientes em Brasília.

Na verdade é uma lei criada para impedir candidatos de partidos menores que possivelmente incomodem os partidos que possuem uma infinidade de tempo na propaganda eleitoral da televisão.

Marcelo Freixo e Luiza Erundina, candidatos à prefeit@ no Rio de Janeiro e São Paulo respectivamente, ambos do PSOL, não participarão dos debates por esta Lei de exceção autoritária.

São candidatos com chances reais que estão muito bem posicionados nas pesquisas e portanto podem e devem durante o processo eleitoral municipal incomodar muitos interesses da máfia partidária organizada em que se transformaram os grandes partidos.

Estes mesmos grandes partidos tem medo da verdade, pois sabem que ao chegar ao poder, governos democráticos e populares vão inverter prioridades e governar para a periferia, e não para os interesses das elites.

As  mesmas elites que orquestraram o golpe e tentaram impedir junto com o poder judiciário qualquer tentativa de governo que represente os interesses do povo.

Fica aqui a proposta.

Que as TVs durante estes debates agora antidemocráticos sejam desligadas e que a eleição seja decidida no calor da campanha das ruas.

Que cada candidato que ostente nesta eleição tenha a urna esvaziada de votos pelo povo.

E que estas eleições sejam um motivo a mais para darmos a resposta contra o golpe institucional que vive o Brasil!

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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A chance dos militares!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

O Brasil está longe de ter um conflito armado com qualquer país do mundo.

Mesmo assim, pelo menos aos nossos olhos civis, as forças armadas sempre fizeram questão de publicizar que estão preparadas para defender o Brasil.

Antigamente, principalmente na época da ditadura, as grandes operações visavam estabelecer como inimigos os próprios cidadãos brasileiros contrários ao regime militar, organizando uma guerra interna contra os inimigos da oposição.

Esta postura por diversas vezes afastou os militares da ideia de protetores da nação e as forças armadas acabavam sendo vistas como unidades de proteção do Estado, mas não da população.

Com a volta da democracia, as forças armadas começaram a reorganizar seus esforços em auxílio a frentes de apoio a infraestrutura civil em casos de emergência, como no combate à seca, na revitalização emergencial de estradas, e até na ocupação provisória de locais críticos relacionados ao tráfico de drogas.

Porém, nunca antes as forças armadas tiveram uma oportunidade ilustrar sua imagem como formadora de atletas olímpicos e isso nunca ficou tão evidente como nesta olimpíada.

Que fique claro.

As forças armadas não estão fazendo nenhum favor aos atletas olímpicos!

Este apoio potencializado com as vitórias dos atletas olímpicos é uma das melhores formas de aproximar os militares da população brasileira, e se as forças armadas souberem aproveitar, devem ampliar o apoio para a próxima olimpíada.

Esta aproximação é benéfica e areja mentes e corações de gelo militares, e fazem com que a sociologia e as humanidades sejam conceitos que possam aproximar cada vez mais o espírito democrático das academias e das carreiras militares.

Com o tempo este espírito democrático poderá legitimar a vontade soberana do povo e por muitas vezes barrar a vontade imoral de políticos que desejam depreciar e solapar nossa soberania e identidade nacional.

Nenhum processo revolucionário de mudança social em benefício da maioria da população é construído sem o apoio das forças militares.

Em Portugal, a revolução socialista dos Cravos foi assim!

Que essa nova identificação possibilite a verdadeira independência, liberdade e democracia de nosso povo e de nosso país!

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Fim de Semana SP: Que a força esteja com você! ;)

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A dica deste fim de semana é para quem tem crianças quem gostam do universo Star Wars!

Trata-se da Star Wars Experience, exposição que acontece gratuitamente no Shopping ABC que vai até o dia 15 de setembro,  preparada especialmente para as crianças que são fãs da saga.

Os participantes poderão se tornar verdadeiros Jedis em uma academia de treinamento que ensinará a manusear um sabre de luz. Ao final, quem passar por lá poderá mostrar as suas práticas para o arquirrival Darth Vader.

O espaço apresenta ainda com um brinquedo ambientado na floresta “Endor”, onde os participantes terão a missão de ajudar Ewoks a protegerem suas moradias. Outra atração do evento é a chuva de meteoros que consiste em um simulador que criará a experiência de atravessar o espaço sem ser atingido pelas rochas.

A atração funcionará diariamente de acordo com o horário do Shopping e serão 8 a 12 crianças por vez, mediante a retirada de senhas.

Onde?

Shopping ABC

Avenida Pereira Barreto, 42 – Vila Gilda – Santo André

Quanto?

Grátis!😉

Em São Paulo, no Brasil ou em qualquer parte do mundo, um excelente fim de semana pra você!!!😉

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Esportes terão futuro sombrio após às Olimpíadas na gestão golpista de Temer.

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A foto de uma quadra esportiva abandonada pelo poder público, que ilustra este post, retrata muito bem a falta de manutenção e incentivo ao esporte no país de uma maneira geral pelo poder público.

E isto vai piorar.

Se você está vibrando, torcendo e se emocionando com cada medalha conquistada nesta olimpíada, e com o bom desempenho do Brasil nestes jogos, aproveite bastante.

Os próximos anos podem ser sombrios para o esporte brasileiro, se depender do governo provisório e golpista de Michel Temer.

Michel Temer já tem um plano para o Brasil após as olimpíadas.

E neste plano, não há possibilidade de investimento no futuro do esporte brasileiro, comprometendo diretamente a preparação d@s atletas do Time Brasil, em todas as modalidades, para os próximos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio em 2020.

O Ministério do Esporte interrompeu a negociação de projetos para apoio a atletas no período posterior à Rio-2016.

O ministro Leonardo Picciani (PMDB) suspendeu um edital de R$ 150 milhões que visava justamente a garantir que os investimentos governamentais em modalidades olímpicas tenham continuidade depois do fim dos Jogos deste ano.

O lançamento do edital foi uma das últimas medidas do governo Dilma Rousseff na área esportiva.

A chamada pública para projetos ligados a esportes olímpicos foi publicada no Diário Oficial um dia antes de o Senado Federal aprovar o afastamento temporário de Dilma.

O ministro do Esporte da época, Ricardo Leyser, havia declarado dias antes da divulgação do edital que ele seria fundamental para o legado esportivo da Olimpíada porque daria continuidade ao investimento governamental em atletas e confederações esportivas.

Apesar disso, o novo ministro Picciani resolveu reavaliar a chamada pública.

A medida surpreendeu confederações esportivas e revoltou dirigentes. “Como estar focado numa reta final de preparação olímpica se não sei como minha confederação vai pagar suas contas daqui a alguns meses?”, questionou Ricardo de Moura, diretor-executivo da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), em tom de indignação. “[A suspensão] sequer foi discutida”, completou.

Antonio Carlos Gomes, superintendente de alto rendimento da CBAT (Confederação Brasileira de Atletismo), também reclamou da falta de conversa do governo com as entidades esportivas.

Segundo ele, a suspensão põe em xeque os projetos de preparação de atletas já para os Jogos Olímpicos de 2020, que acontecerão em Tóquio. “Fiquei sabendo [da medida] porque saiu no Diário Oficial”, disse. “É muito preocupante. Começamos a desenhar o projeto pós-olimpíada e queremos no próximo ciclo um plano fechado para quatro anos”.

Projetos de até R$ 35 milhões paralisados

Confederações de atletismo e desportos aquáticos são exemplos de instituições que poderiam se candidatar para receberem recursos que seriam distribuídos por meio do edital suspenso. Segundo o edital, R$ 150 milhões estavam reservados no Orçamento deste ano para atender pedidos das entidades esportivas. Cada uma delas teria direito de receber até R$ 35 milhões.

Picciani tomou conhecimento do edital assim que assumiu o Ministério do Esporte, no dia 12.

No dia 20, quando visitou o Parque Olímpico da Barra da Tijuca, chegou a ser questionado sobre a chamada pública.

Informou que, a princípio, sua intenção era mantê-la.

Dias depois, entretanto, mudou de ideia.

O Ministério não deu qualquer indicativo sobre o relançamento da chamada pública.

Em comunicado, o órgão informou que a suspensão está em “conformidade com a decisão já anunciada pelo ministro Leonardo Picciani de reavaliar contratos e atos administrativos da pasta”. Ressaltou também que “a suspensão do edital não afeta a preparação dos atletas para os Jogos Olímpicos e os Jogos Paraolímpicos Rio 2016”.

Mais uma bola fora do governo golpista.

Por isso, não basta se emocionar ao ouvir o hino nacional e ver a bandeira de nosso país tremulando quando um atleta brasileiro ganha alguma medalha nesta olimpíada.

É preciso dar cartão vermelho ao governo golpista de Michel Temer, e nas eleições municipais não votar em partidos ligados ao golpe.

Faça a sua parte neste jogo!

Fonte:

http://www.uol.com.br

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