Fim de Semana SP: Cervejada em Santo André! ;)

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Existe vida fora do Festival Lola Palooza neste fim de semana em São Paulo?

E como existe!

E pra quem gosta de apreciar uma bebida milenar, fica a dica:

A cidade de Santo André sediará dias 25 e 26 deste mês o Bier Brasil, Festival de Cervejas e Foods sobre rodas, evento que promete agitar a cena com atrações musicais, cervejas da melhor qualidade e gastronomia variada.

Serão trinta cervejarias artesanais, food trucks, bikes e stands, além de uma área kids para a diversão da garotada.

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Os amantes da cerveja poderão escolher entre as marcas já confirmadas: Madalena, Rock na Teia, Leuven, Oak Bier, Burgman, Nineties Bier, Queen’s, Rofer, Blondine, Daora Vida, Fifities Bier, Cervejaria Campinas, Ashby, Caverna, Alemao, Lemans, Insana, Colina, Sumeria, Razera, Hausen, Anxieta, Sapucai, Baden Baden, Schornstein, Dama, Micro X, Hebling, Cervejaria do Gordo, Bulldogs.

Para harmonizar com as geladas, as opções atendem os mais diversos paladares. Nomes conhecidos como Botequim Carioca, Selva Food Truck , Republica da Milaneza, Trikone Pasteis e Pizza Cone, Big Boss burguer, The Jam burguer, Blitz Burguer, Sabor Caipira, Comíveis e Bebíveis e Allameda Karamelo também estarão presentes.

Quem passar pelo estacionamento do Paço Municipal de Santo André vai encontrar ainda alguns expositores como o Pimentas Muru, Dio Mio Antepastos, Display Caps, Lotus, Eu Curto Isso Decorativos, Aline Sardeli moda feminina, um simulador de Montanha Russa, além de uma grande área kids com muitos brinquedos para a diversão da garotada.

Durante os dois dias de festival, haverá uma extensa programação musical com estilos diferentes divididas em dois palcos.

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Já confirmaram presença: Echoes Pink Floyd, Olho de lobo, Jhonny Voxx, Brucutus, Bruno Luiz e Cadu Pelegrini, Alex Zambrana e a banda Classical Queen.

Assim @s visitantes vão poder curtir as atrações musicais, degustar cervejas de altíssima qualidade e saborear uma boa comida em um ambiente familiar.

O evento tem apoio da Prefeitura de Santo André, e realização da WB produções, Botequim Carioca e Base 2 eventos.

A entrada é de 1 quilo de alimento, que será destinada conforme a necessidade do município.

Bier Brasil festival – Festival de Cerveja artesanal e Foods Sobre Rodas

Quando?

Dias 25 e 26 de março

Horário de Funcionamento: Sábado – das 12h às 22h e Domingo das 12h às 22h

Onde?

Estacionamento do Paço Municipal de Santo André / Praça IV Centenário, s/n. – Santo André – SP

Quanto?

1 quilo de Alimento não perecível

Informações

http://www.festivalbierbrasil.com.br

https://www.facebook.com/bierbrasil

(whatsapp): (19) 99494-2787 / (11) 99608-4969

Em São Paulo, no Brasil ou em qualquer parte do mundo, um excelente fim de semana pra você!!!😉
Fonte: Diário Regional

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Sangue de Barata?

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Da década de 1970 ao começo dos anos 1980 um desenho animado de uma baratinha ficou muito famosa.

Era a baratinha do inseticida “Rodox”.

Ela fazia uma apelo às donas de casa para que não comprassem o inseticida pois ele era o veneno que acabava de vez com a vida dos insetos.

Metaforicamente dizendo, poderíamos comparar o desespero impotente da baratinha de ontem com o desespero passivo da maioria da população brasileira na atualidade?

Os fatos parecem comprovar que a letargia é forte.

E nem de inseticida nos embriagamos.

A passividade que está gerando a perda da CLT com a terceirização que vai precarizar e legalizar a escravidão no fundão do Brasil.

A reforma da previdência que retira o direito da aposentadoria de tantas pessoas que não conseguirão resgatar o dinheiro descontado do salário de tantos por tanto tempo de pesada contribuição.

A possível mudança na lei dos servidores públicos que vai retirar a estabilidade dos concursos.

Os escândalos da liberação de transgênicos sem informação para o consumidor e a carne podre na alimentação nossa de cada dia.

O alerta às donas de casa e ao povo brasileiro não é mais de uma baratinha.

O inseticida se chama passividade.

Na segunda não dá pra ir na reunião de mobilização, pois ainda estamos de ressaca do domingo.

Na terça não dá pois tenho meu curso pra ir.

Na quarta tem o futebol do meu time.

Na quinta, estou pregado pois a semana está sendo agitada.

Na sexta? Ah, dia mundial da cerveja!

No sábado, imagina! Tenho aquele culto na igreja ou um casamento pra ir!

No domingo? Ah no domingo tem aquele churrascão de carne daquele grande frigorífico que o ator garante ser inspecionado pelo mais rígido controle de qualidade, mas que o lote está mesmo é vencido!

Assim vão se passando os dias para o povo brasileiro.

Povo pacífico!

Será?

Embriagado pelas promessas de um governo tão nocivo quanto o inseticida dos anos 1970, que só retira direitos.

Dia 31 de março tem greve geral!

E aí?

Vamos participar?

Ou nós brasileiros temos sangue de barata mesmo?

Abaixo, a propaganda da baratinha tão mencionada neste post:

 

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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A “marvada” Carne!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Na metade dos anos 1980, em uma gravíssima crise econômica em nosso país governado então indiretamente pelo PMDB de José Sarney, um filme se destacou em um cenário também não favorável para o cinema nacional.

O nome do filme: A Marvada Carne.

A estória retrata as aventuras de Carula (Fernanda Torres), uma garota simples, do interior, que tem um grande sonho na vida: se casar.

E para isso ela está disposta a tudo.

Nhô Quim (Adilson Barros) vive lá nos cafundós em companhia do cachorro e da cabra de estimação.

Aquela vida no meio do mato não dava mais pé e ele resolve cair no mundo e procurar a solução para duas questões que o incomodam: arranjar uma boa moça para o casório e comer a tal carne de boi, um desejo que fica ruminando sem parar dentro dele.

É tanto desejo que ele faz até pacto com o demônio para tentar comer a tão sonhada carne!

Nas suas andaças Nhô Quim vais dar na casa de Nhô Totó (Dionísio Azevedo), cuja filha está em conflito com Santo Antônio, que não anda colaborando para ela arranjar um bom marido.

E logo Nhô Quim descobre que o pai da moça tem um boi reservado para a ocasião do casamento da filha.

Mas o pretendente logo se decepciona, pois carne de boi mesmo ele só encontraria nos grandes açougues da cidade grande.

A história é fictícia.

Pois fica para nós a dúvida se nos açougues ou nos supermercados da vida encontraremos carne de verdade.

E de repente o Brasil vira a terra da mentira.

Onde a justiça julga parcialmente.

Onde o governo não é legítimo e democraticamente não é eleito.

Onde a carne não é carne.

Onde a classe média nem sabe se é ela mesma, e não bate panelas para os absurdos acontecimentos das perdas de direitos.

Pessoas que venderam a alma de um país inteiro ao diabo.

E por aqui o diabo tem vários nomes: FIESP, MBL, DEM, PSDB, PMDB, PSB…

Até o PT entra nesta lista, infelizmente!

Direitos que serão brevemente favores.

Favores que deixarão a maioria da pobreza novamente abaixo de sua condição.

Na miséria total.

Idosos sem saúde, sem aposentadoria.

Estudantes sem direito à universidade pública e gratuita.

Um país inteiro sem dignidade!

Nem o principal partido que se diz de esquerda neste país está isento.

Ah, e se você vegetariano ou vegano ri de toda esta situação, saiba que em seu prato também vai junto as substâncias tóxicas, transgênicas e por qualquer azar de alteração química ou biológica nos vegetais.

Este é o país que a direita queria.

E você que foi a rua louvar o “Deus pato” da FIESP, conseguiu.

Haja tanta imunidade para consumir a nossa podre e cheia de celulose marvada carne de cada dia.

Abaixo confira o filme “A Marvada Carne”.

Filme do cineasta André Klotzel (1985)

Fonte:

filmesbrasileiros.net

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Fim de Semana SP: Desvendando a cultura Árabe-Africana!

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São Paulo é diversa e em suas ruas corre o DNA de diversas culturas de diferentes origens e tradições.

Dentre as culturas que trazem diversidade e riqueza para a capital paulista está a contribuição das comunidades árabes e africanas.

Entre os dias 18 e 31 de março, São Paulo recebe o VIII Festival Sul-Americano da Cultura Árabe-África.

O evento promove manifestações culturais árabes, africanas e sul-americanas, fortalecendo o vínculo entre os países desses três eixos culturais.

O Festival Sul-Americano da Cultura Árabe-África tem como objetivo trazer uma reflexão sobre as manifestações culturais árabes, afrcanas  e sul-americanas.

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A data do Festival não foi escolhida por acaso.

Criada em 1859, a Rua 25 de Março congregou sírios, libaneses, palestinos, iraquianos, egípcios e jordanianos entre outros.

Por esse motivo que as atrações ocorrem nesse período.

A intenção é fortalecer o vínculo entre América do Sul, Países Árabes e Africanos com base no respeito à diversidade cultural e nos laços históricos e sociais, além de incentivar a cultura de paz por meio da aproximação dos povos.

A programação também contará com oficinas de caligrafia árabe e contação de histórias com o grupo Duo Encantado.

A ação é organizada pela BibliASPA,biblioteca e centro de pesquisa e cultura que impulsiona a reflexão sobre os povos árabes, africanos e sul-americanos, além de atender centenas de refugiados
A programação engloba diversas atividades gratuitas, como o Seminário Internacional sobre Migrações, Deslocamentos e Refúgios; palestras com especialistas; oficinas de artesanato, gastronomia e dança; mostra de filmes; contação de histórias e saraus.

A abertura acontece neste sábado, 18, no MIS, com participação de autoridades públicas nacionais e internacionais, além de apresentação de música, declamação de poemas, performance, dança e exposição. A entrada é gratuita, a partir das 18h.

FEIRA DE GASTRONOMIA ÁRABE/VEGANA

Já dia 25, a partir das 16h, acontecerá a Oficina de Gastronomia Vegana/Árabe e de memória oral ministrada por Vanessa Myko.

Entre as receitas, está o Makluba, preparado na versão de Sandra Guimarães, autora do blog Papacapim.

O arqueólogo sírio e professor de língua árabe da BibliASPA, organizadora e sede do evento, também estará presente para ensinar como fazer o Falafel.

VIII Festival Sulamericano da Cultura Árabe-África

Quando? Onde?

De 18 à 31 de março.

Siga a programação no link abaixo (a programação de 2017 está atualizada no link):

festivaldaculturaarabe.wordpress.com/programacao2016/

Quanto?

Grátis! 😉

Em São Paulo, no Brasil ou em qualquer parte do mundo, um excelente fim de semana pra você!!!😉
Fonte:
bibliaspa.org
guiadasemana.com.br

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Quem tem medo da esquerda?

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

As manifestações contra a reforma da previdência, ao menos nesta última quarta-feira deixaram um fato: a esquerda está viva!

Mas alguma coisa ainda está fora da ordem.

Estão retirando direitos e a mídia preocupada com os problemas do trânsito nas cidades.

Uma tentativa de desprestigiar os movimentos sociais que lutam por tod@s.

Inclusive por quem está neste momento jogando contra o Brasil e a favor dos patrões.

A mídia sabe que a população está assistindo silenciosamente as perdas de direitos.

E sabe que dar um cala a boca nas contas inativas do FGTS não vai adiantar.

O dinheiro acaba.

E acabará muito antes de 2018.

E a classe política atual está refém de um sucesso econômico do caos que ela mesma produziu.

Um governo deslegitimado.

Um judiciário desprestigiado.

Uma classe média acovardada.

Eles no fundo, no fundo tem medo das eleições.

Eles tem medo da volta da esquerda, mesmo que uma esquerda fisiológica ao poder.

Que a esquerda não fique parada nas belas manifestações vistas nesta quarta-feira.

E que a população a partir deste 15 de março, que marcou um ponto comum de unidade, não se esqueça quem ela deva escolher nas eleições do ano que vem!

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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A volta da Ameaça Silenciosa…

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

No dia a dia de nossas vidas, os afazeres, o stress, a grande quantidade de relações fazem com que possamos dar mais valor para alguns cuidados e esquecermos de outros tão básicos.

Uma reportagem do jornal Diário do Grande ABC alerta para o descaso da sociedade com o vírus HIV e as doenças decorrentes de sua ação, como a AIDS.

Mais que uma simples reportagem, a matéria é um alerta para os governos e nós como pessoas pertentes de uma sociedade doente e com hábitos culturais que nos prejudicam na questão da prevenção.

Confira abaixo:

“Com o fim do Carnaval, as campanhas de conscientização sobre uso de camisinha enfraquecem. E isso afeta, principalmente, o público jovem. Levantamento realizado pelo Diário em cinco das sete secretarias municipais da Saúde da região (exceto São Caetano e Rio Grande da Serra, que não retornaram), os casos de Aids entre jovens de 15 a 24 anos cresceram 289,18% na comparação de 2007 com 2016, passando de 37 registros para 144. A situação é maior do que o cenário no País. Segundo o Ministério da Saúde, os números nacionais no público nesta faixa etária cresceram 85% nos últimos 10 anos.

São Bernardo teve o maior aumento: de 14 ocorrências, em 2007, saltou para 45 em 2016. Santo André, de 10 jovens infectados, pulou para 43 no ano passado. Mauá, que tinha seis registros, viu o número subir para 35. Diadema passou de sete para oito, e Ribeirão Pires, que em 2007 não tinha contabilizado paciente dentro dessa faixa etária, diagnosticou 13 pessoas em 2016.

O professor responsável pela disciplina de Infectologia da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) Hélio Vasconcellos Lopes lembra que com a evolução do tratamento – e a oferta dele gratuitamente no SUS (Sistema Único de Saúde) –, acredita-se que as pessoas não morram mais vítimas da doença. “Caiu no gosto popular a ideia de que Aids hoje é tratável, controlável e se tornou doença crônica, que não chega a tornar o paciente inválido nem o leva a sofrer. Isso é ignorância”, lamenta.

O infectologista ressalta que, embora o tratamento possibilite que a pessoa leve uma vida normal, há diversos fatores graves a se considerar. “O problema não é somente para a própria pessoa, mas sim epidemiológico, com o risco de transmissão e a propagação da doença”, diz. “A segunda questão de gravidade são as pessoas de nível intelectual e aquisitivo baixos, que não têm noção do que está acontecendo e, quando vão procurar assistência, já estão no estágio praticamente terminal. E o terceiro ponto é quando a pessoa desenvolve resistência ao tratamento. Isso ocorre em casos sem adesão ao tratamento.”

Segundo o Ministério da Saúde, dentre todas as faixas etárias, a adesão ao tratamento no grupo de 15 a 24 anos é a mais baixa. Apenas 29,2% dos 44 mil jovens identificados no SUS com a doença estão em tratamento. Os dados mostram que a cobertura cresce na medida em que aumenta a idade das pessoas. Na faixa de 25 a 34 anos, esse percentual é de 77,5%, mantendo-se superior a 80% em todas as outras faixas etárias até chegar a 84,3% entre os indivíduos acima de 50 anos.

O Boletim Epidemiológico de HIV e Aids, divulgado no fim e 2016, informa que 827 mil pessoas vivem com o HIV no Brasil. O SUS oferece 22 medicamentos para os soropositivos. Desse total, 11 são produzidos no País.

Cidades da região afirmam desenvolver ações aos jovens

As secretarias de Saúde do Grande ABC afirmam fazer trabalho especial de conscientização ao público jovem. Em Santo André, a Pasta declara que as ações são desenvolvidas por meio do projeto ‘Juntos na Prevenção’, no qual são pensadas estratégias específicas por regiões. “No momento estamos com três bairros mapeados para inserir o projeto, sendo que dois deles (Clube de Campo e Jardim Carla) já estão em execução. O próximo será Utinga”, informou em nota.

Segundo a Secretaria, o projeto facilita o diálogo entre os equipamentos da Saúde e da Educação, fundamentais para o acesso a cuidados preventivos tanto de jovens como de adultos. “A prevenção não pode ser pensada apenas por ‘use camisinha’, mas por mudanças culturais de comportamento, que envolvam não apenas o jovem mas também as referências e modelos que os adultos oferecem a estes.”

Em Diadema, o CR (Centro de Referência) em DST/Aids e Hepatites Virais desenvolve projeto de formação de adolescentes multiplicadores em prevenção das doenças há mais de cinco anos em parceria com a ONG (Organização Não Governamental) Beija Flor, a qual realiza trabalho com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Em Mauá são realizadas orientações sobre prevenção e uso de preservativo. “Também fazemos ações em colégios, faculdades, Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Infantil, Fundação Casa, onde são promovidas palestras e testes rápidos para HIV e sífilis”, informa em nota.

Ribeirão Pires possui ações de prevenção realizadas continuamente no Centro de Testagem e Aconselhamento e em outros locais do município, além de manter o 0800-7731661 para dúvidas. As demais cidades não retornaram.”

Como você pode conferir acima, as ações do poder público são isoladas e sazonais, mas é preciso ficarmos TOD@S atentos para uma questão que vai muito além das políticas públicas, e que muitas vezes esquecemos de sua importância.

Os avanços da ciência sobre a cura da AIDS são importantes, mas não um fato!

Até por isso a ameaça silenciosa retornou.

Ou por nossa própria falta de percepção, sempre esteve no mesmo lugar.

Fonte:

http://www.dgabc.com.br

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Fim de Semana SP: As lembranças do Trem das Onze!

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Conheça-o-espaço-do-Museu-do-Jaçanã.

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Adoniran Barbosa conta, em suas canções, as lembranças de uma São Paulo que já não existe mais.

E parte destas lembranças estão guardadas em um local muito lembrado na canção “Trem das Onze”.

Criado  em 1983, o Museu Memória do Jaçanã  funciona em um terreno cedido pelo governo estadual.

“Muitos trechos da ferrovia estão enterrados aqui”, diz seu Sylvio, um dos fundadores do muse, em referência ao Tramway da Cantareira, inspiração de Adoniran para a música que deu fama ao bairro.

A história do Jaçanã se confunde com a dos trilhos.

A ferrovia começou a transportar passageiros em 1894, mas os tempos áureos só vieram no final da década de 1940.

“Era um trem de muita amizade, as pessoas se conheciam, começavam namoros lá dentro”, conta Sylvio.

Na época, a viagem do Jaçanã ao centro demorava de 40 a 50 minutos.

Seu Sylvio pegava a maria-fumaça todos os dias para ir ao trabalho.

Quem usava o trem era facilmente reconhecido. “As fagulhas voavam e queimavam nossas roupas. Meu terno vivia cheio de furinhos”, diz.

Mas o grande salto para a fama do Jaçanã veio com a inauguração dos estúdios da Cinematográfica Maristela, em 1950, quando o local passou a ser tomado por atores e outras personalidades, entre elas, Adoniran Barbosa.

O vaivém no trem foi sua inspiração, mas a história é controversa. “O ‘trem das onze’ nunca existiu, era só para rimar. O último que chegava aqui saía entre 20h e 21h”, diz seu Sylvio. A música foi lançada em 1964. Um ano depois, a ferrovia foi extinta.

Além de guardar restos da estação e peças de Adoniran, o museu tem objetos de moradores do bairro. Sylvio mantém o local com dinheiro do próprio bolso e com as vendas do livro “Moro em Jaçanã”, lançado há dois anos.

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O espaço conta com a ajuda de voluntários para atender os cerca de 15 visitantes diários e as turmas escolares, para quem dá palestras.

Museu Memória do Jaçanã

Onde?

Rua Benjamin Pereira, 1.021 – Jaçanã

Fone – 2241-4286

Quando?

O espaço abre de terça a domingo, das 10h às 17h.

Quanto?

Grátis! 😉

Em São Paulo, no Brasil ou em qualquer parte do mundo, um excelente fim de semana pra você!!!😉
 Fontes:
especial.folha.uol.com.br

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