Ação e Reação

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A terceira Lei da Física de Isaac Newton nunca foi tão atual.

Por ela é possível explicar a reação de algo que aconteça reverberar e impactar de volta sobre o causador do efeito.

No caso de nossa análise trata-se do absurdo tratamento dispensado pelo Estado aos trabalhadores da área social na cidade de São Paulo.

O patrulhamento e o impedimento da realização do trabalho dos profissionais da Assistência ocasionou a prisão da companheira Orientadora Socioeducativa Estela, em uma ação truculenta da Polícia Militar.

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Não vamos nos calar!

A reação virá!

Mas não da mesma forma truculenta e irracional de uma força policial.

Virá com a participação d@s trabalhadores(as) da Assistência Social da cidade!

No próximo dia 27 de junho haverá uma audiência pública às 11h na Câmara Municipal de São Paulo.

Nesta audiência vamos nos manifestar, reagir contra a intolerância ignorante e arrogante do governo de João Dória Jr. e de seu partido, o PSDB!

Se você também não concorda com o que está acontecendo em nossa querida São Paulo, venha para a luta!

Reaja!

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Fonte/Foto: esquerdadiário.com.br

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Precarização das Profissões: Quem ganha com isso?

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

As novas regras sobre a retirada dos direitos trabalhistas estão para serem aprovadas em breve.

Mas elas não são as únicas que precarizam as relações de trabalho no Brasil.

Em várias profissões, a graduação, ou seja fazer uma faculdade em 4 anos, e até ter uma pós-graduação já não quer dizer muita coisa no mercado.

Muitas vezes contratar uma pessoa não formada, preparada apenas em treinamentos básicos para desempenhar funções de quem foi atrás da academia, pagando um salário mísero, é muito mais lucrativo para empresas, órgãos do terceiro setor ou até mesmo pelos governos cada vez mais focados em destruir a máquina pública.

E atenção: isso não é uma teoria.

É uma prática real, tão ou mais comum do que pensamos.

Desqualificar tanto assim as profissões pode sair muito caro no médio e longo prazo.

Os serviços precarizados podem gerar uma economia aparente, mas a falta da qualificação profissional e os péssimos salários podem fazer com que processos judiciais se multipliquem e o prejuízo social seja cada vez mais evidente.

A sobrecarga de funções em profissionais não qualificados pode gerar um efeito de insatisfação coletiva e a insegurança jurídica e até física se fará presente em todos os setores do mercado de trabalho.

O que quero dizer com isso?

Que num futuro próximo, tanto as profissões qualificadas como as profissões que não exigirão qualificação profissional serão niveladas por baixo, e o Brasil deixará de ter técnicos competentes, para ter uma imensa massa de agentes operacionais.

Se nada for feito, na próxima década teremos a geração de atendentes, que poderiam ser cientistas, médic@s, enfermeir@s, professores, assistentes sociais, psicólog@s, advogad@s, etc. , mas que mesmo formad@s infelizmente estarão do outro lado do balcão da lanchonete, oferecendo a oferta do sanduíche do dia.

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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LGBT’s – Quem são elxs?

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Por Giselle de Souza Cardoso.

Você sabe quem realmente são xs LGBT’s?

Bom, talvez essa seja uma pergunta um tanto quanto sem nexo.

Mas faço ela por que muitas pessoas veem lésbicas, gays, bissexuais e travestis e transexuais como extraterrestres.

Então para início de conversa, precisamos deixar claro que LGBT é um ser humano e cidadão de direitos.

Com sentimentos, desejos, que necessitam de suprimentos básicos para a vida como qualquer outro ser humano na face da Terra.

Parece que isso não é novidade para você, nao é mesmo?

Mas acontece que é assim que muitxs são tratadxs.

Como seres de outro mundo.

Seres estes que “querem” ser LGBT, que gostam de sofrer, de serem violentados, de ter seus direitos violados, ou que são doentes mentais que a psiquiatria não da conta de atender…

Não, posso te garantir que elxs não gostam e não querem viver assim.

Mas isso também não é novidade para vc?

Mas é exatamente assim que a maioria é trata-se neste país.

Sim, ser LGBT numa sociedade machista, conservadora, cisheteronormativa, branca, é difícil, pois todas estas questões acarretam num produto final chamado: exclusão social e violação de direitos.

Parece até um mimimi de uma militante qualquer em “defesa dos direitos humanos”, mas espera um pouco.

Respira.

Agora se coloca no lugar de uma pessoa que desde a mais tenra infância não tinha amigos, pois não se encaixava no padrão, que não usava as roupas que queria, ou que seu cabelo não era do tamanho que gostaria, ou ainda, que você não poderia brincar com os brinquedos que tanto gostava…

Isso também parece bobagem para você não é mesmo?

Mas não é e nunca foi para quem passou por estas e outras situações muito mais violentas.

Isso causa traumas. Piadas, xingamentos, agressões, sim, muitas pessoas LGBT passam por isso desde a INFÂNCIA.

Ninguém que seja LGBT quer direitos a mais que qualquer heterossexual.

Se quer direitos iguais como é preconizado no artigo 5°da constituição federal de 1988. Direito! É direito expressar seu afeto como se entende!

É direito usar as roupas e adereços que lhe convém!

É direito o acesso a TODOS OS SISTEMAS DE GARANTIA DE DIREITOS E TODAS AS POLÍTICAS PUBLICAS QUE EXISTEM.

É direito!

Eu tenho direito, você tem direito, nós temos direito.

Meu convite para você e que você mesmx dê um BASTA ao preconceito e discriminação motivada pela identidade de gênero ou pela orientação sexual.

Dê um basta na violência.

Dê um basta no assassinato contra população LGBT.

Dê um basta a falta de acesso as políticas públicas.

Dê um basta na intolerância contra LGBT.

Só não permita que se acabe com o respeito e o amor…

*Giselle de Souza Cardoso é Assistente Social e Especialista em Saúde da Família. Já realizou cursos voltados para o atendimento a população LGBT. Atualmente trabalha no centro de cidadania LGBT-Sul no município de São Paulo. Amante das pessoas e de sua profissão, procura estar sempre atualizada e envolvida em tudo que possa contribuir para o seu crescimento em todos os aspectos da vida!

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Ser Reacionário: O quanto isso prejudica a nossa vida!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

No dicionário da língua portuguesa, ser reacionário significa ser contra quaisquer mudanças sociais ou políticas.

Porém se pesquisarmos mais a fundo, ser reacionário é ser antidemocrático.

É se opor à democracia.

No House of Cards** tupiniquim, ser reacionário também significa se vender moralmente.

Significa se despir de caráter.

É violentar com as próprias mãos sem a verdadeira justiça.

Ou então a “verdadeira” justiça julgar e absolver quem está até o pescoço atolado de lama da corrupção e quem quer se manter vergonhosamente no poder ilegítimo.

Ser reacionário é se dizer moderninho e de vanguarda para justificar ações higienistas da década de 1920, sem discutir com a sociedade.

É vomitar a misogenia, a homofobia, o machismo.

Ser reacionário enfim é ser a favor de lacaios que tentam a todo custo incentivar a perda de direitos de um povo inteiro.

Ser reacionário é não dialogar.

É tatuar a testa do adolescente como se fosse a melhor das pessoas.

É absolver a criminalidade presidencial.

É sempre se achar com a razão e que se danem os outros.

É se sentir impune e condenar a impunidade.

Ser reacionário é ser mentiroso, hipócrita e enfim travar qualquer avanço ou progresso social.

Enfim, ser reacionário é estar por aí pelas ruas e se achar acima do bem e do mal, desde que o mal somente possa ser praticado pelos reacionários.

Como curar esta doença?

Abrir a mente para o conhecimento, para o diálogo, para o próximo.

Ser democrático, lutar sinceramente para a evolução das pessoas.

Se você está na dúvida em qual lado da história ficar, uma dica: os reacionários no fundo, no fundo sempre serão pessoas recaldadas e infelizes.

Meu conselho?

Seja feliz!

Fonte:

https://www.dicio.com.br

**House of Cards é um seriado estadunidense que coloca a política como centro da corrupção e da imoralidade nos Estados Unidos da América.

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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A Hora é Agora!

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A FRENTE MUNICIPAL EM DEFESA DO SUAS – SP CONVOCA TODOS OS TRABALHADORES DO SUAS DA CIDADE DE SÃO PAULO (REDE ESTATAL E CONVENIADA) PARA PARTICIPAREM DA  MANIFESTAÇÃO E AUDIENCIA PUBLICA SOBRE O DESMONTE DO SUAS PELA GESTÃO DO PREFEITO DÓRIA E DO SECRETÁRIO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL FILIPE SABARÁ

O CENARIO DE AGRAVAMENTO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E DOS SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS NECESSITA DE UM FORTE ENGAJAMENTO DE TODOS OS TRABALHADORES E USUÁRIOS DA POLITICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PARA REPUDIAR VEEMENTEMENTE RETROCESSOS, MARCADOS PELA FILANTROPIA, POR ACOES COMPENSATORIAS, MERITOCRATICAS/PUNITIVAS, ASSISTENCIALISTAS, RESISTINDO EM CUMPRIR COM AS NORMATIZACOES E AS LEIS QUE INSTITUEM AS BASES PARA A MATERIALIZACAO DO SUAS, E NEGANDO O CUMPRIMENTO DAS DELIBERACOES DAS PRINCIPAIS INSTANCIAS DE CONTROLE SOCIAL, DO PLANO DECENAL DE ASSISTENCIA SOCIAL DA CIDADE DE SÃO PAULO, E DAS DELIBERACOES DAS CONFERENCIAS MUNICIPAIS.

PARA O SUAS NÃO ACABAR

PRECISAMOS PARTICIPAR E COBRAR DESSA GESTÃO COMPROMISSOS COM A CONSOLIDACAO DA POLITICA PUBLICA DE ASSISTENCIA SOCIAL NA CIDADE DE SÃO PAULO.

Em defesa da política pública de ASSISTENCIA SOCIAL!

NENHUM DIREITO A MENOS!

NOS ENCONTRAMOS NA CAMARA MUNICPAL NO DIA 27/06 AS 11 HORAS

#RESISTESUAS

A Assistência Social agoniza em São Paulo!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A Assistência Social da cidade de São Paulo sempre teve suas ações respeitadas e diversas vezes serviu de exemplo de política pública a ser seguida para outras cidades do país e do exterior.

No entanto, em apenas 6 meses, a atual administração municipal paulistana, seguindo uma lógica privatista neoliberal, enxugando de forma dramática os serviços, sob a alegação de que não possui verba até o final do ano.

São ações desencontradas, sem o olhar para a atenção humana e necessária, que não está seguindo a cartilha do NOB/SUAS, em um desconcerto, onde não se prioriza e nem tampouco se valoriza a contratação de concursados, não se atende a população de forma decente e digna, e não existem perspectivas da valorização dos serviços da Assistência Social num curtíssimo prazo.

A arrecadação municipal atualmente destoa do discurso do sucateamento dos serviços da Assistência.

Há sim verbas para a contratação de servidores efetivos.

Há sim maneiras de replanejar aluguéis custosos dos equipamentos.

O não cumprimento de ações eminentes de respeito a política da Assistência Social na cidade de São Paulo reflete os sinais de má gestão que deve ser investigado com urgência e atenção pelo Tribunal de Contas do Município!

Mais grave que isso, é que estas políticas de má gestão e sucateamento público devem fazer parte do discurso de “modernidade de gestão” para as eleições de 2018 da direita retrógrada tanto no governo do Estado de São Paulo, como para a presidência da República.

É preciso unidade na luta!

É preciso a organização popular contra a retirada dos direitos mais essenciais da população!

Do contrário, toda a construção de luta de mais justiça social vai desaparecer de nosso país!

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Semana do Meio Ambiente: Pedale muito e com segurança!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Na Semana Mundial do Meio Ambiente uma boa dica é tentar usar menos os meios de transporte que emitem gases poluentes e tentar se exercitar em uma bicicleta, onde muitas pessoas usam este equipamento como um importante meio para se chegar ao trabalho, com um ganho significativo para a nossa saúde.

Além disso, pedalar com a amiga bike é uma excelente opção para viagens e conhecer novos territórios tanto dentro como fora dos centros urbanos!

Porém diante da situação atual de insegurança econômica, muitas pessoas acabam tendo sua bicicleta roubada e por vezes nunca mais o equipamento é encontrado.

Para ajudar os ciclistas que passaram por esta triste situação, um novo serviço foi lançado e até mesmo por diversas vezes vem sendo divulgado em redes sociais e até já constituiu parcerias com prefeituras e governos estaduais de diversos locais do Brasil.

Trata-se do serviço chamado “bike registrada”.

Este serviço que usa ferramentas gratuitas e outras avançadas sob cobrança de uma taxa de serviço, promete ao ciclista e a polícia consultar, confirmar o nome do proprietário e se a bike não é roubada reduzindo também as chances de terceiros desavisados adquirirem bicicletas roubadas.

Além disso , no caso de venda ou doação da bike é possível transferi-la para o novo proprietário.

Confira abaixo outros atrativos deste serviço:

Bike Loc
Notificação com a localização de quem consultar sua bicicleta

Alerta de roubo
Com a bike registrada é possível emitir um alerta de roubo informando para quem consultar que aquela bicicleta foi roubada.

Bike Vida
Informações vitais do ciclista e contato de emergência em caso de acidente

Notificação
Com o alerta de roubo ativo, qualquer pessoa que localizar sua bike roubada, poderá enviar uma mensagem diretamente para o usuário.

Além de todos os serviços citados acima, também é possível incluir imagens da bicicleta tornando a identificação mais fácil.

De acordo com este serviço, o cadastro da bike registrada conta atualmente com 152.530 ciclistas registrados, 2.449 registros de roubo e uma taxa de recuperação de 31%.

Para mais informações sobre o bike registrada, acesse o link abaixo:

bikeregistrada.com.br

Lembre-se: quando for andar de bicicleta, use sempre o capacete!

Boas pedaladas e boas práticas saudáveis pra você! 😉

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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