Carandirú: Justiça desfeita!

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rosangue

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Essa é pra quem ainda não conseguiu entender que estamos vivendo uma ditadura do judiciário.

O Tribunal de Justiça de São Paulo anulou hoje (27) os quatro julgamentos que condenaram 73 policiais militares pelo Massacre do Carandiru.

Os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal do Júri responsáveis pelo recurso da defesa dos réus entenderam que não há elementos para mostrar quais foram os crimes cometidos por cada um dos agentes.

Com isso, deverão ser realizados novos julgamentos.

O presidente da 4ª Câmara, desembargador Ivan Sartori, chegou a pedir a absolvição dos réus em vez da realização de um novo julgamento.

Porém, a posição não foi aceita pelos demais quatro membros do colegiado presentes na sessão.

No dia 2 de outubro de 1992, a Polícia Militar de São Paulo matou 111 presos em operação para controlar uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo.

Conhecido como Carandiru, o presídio inaugurado em 1920 funcionava na zona norte da capital.

O local chegou a abrigar 8 mil detentos no período de maior lotação. A unidade foi desativada e parcialmente demolida em 2002.

Por envolver grande número de réus e de vítimas, o julgamento foi dividido, inicialmente, em quatro etapas, de acordo com o que ocorreu em cada um dos pavimentos da casa de detenção.

Os 73 réus foram condenados a penas que variam de 48 a 624 anos.

Um dos acusados foi julgado em separado, sendo igualmente condenado.

Durante o seu voto, o relator, desembargador Ivan Sartori, classificou o processo que resultou nas condenações de “revoltante”.

Na avaliação dele, houve falha ao identificar quais foram a condutas dos policiais ao entrarem no presídio. “Nesse processo não se sabe quem matou quem, quem fez o quê”, disse, exaltado, ao apresentar sua posição. “Como julgador, nunca vi processo tão kafkaniano”, disse em referência ao escritor tcheco Franz Kafka, que retrata de forma surrealista o absurdo da burocracia jurídica.

Ao mencionar diversos depoimentos, Sartori destacou que há provas de que em vários momentos foram encontradas armas dentro do Carandiru, o que vai ao encontro da versão de que os policiais reagiram a tiros disparados pelos detentos.

Por isso, o magistrado também defendeu a tese de que não houve um massacre, mas que os policiais, na maioria, agiram em legítima defesa, obedecendo a ordens hierárquicas.

Nesse sentido, o desembargador Edison Brandão defendeu a legitimidade da ação contra os presos rebelados. “Não era um exército de extermínio, era uma força militar-policial”, ressaltou durante seu voto.

Perícia

O revisor do caso, desembargador Camilo Léllis, lembrou os problemas da perícia, em especial a balística, para verificar a origem dos tiros que mataram os presos. “A perícia foi muito malfeita. Uma perícia duvidosa”, enfatizou. O magistrado reconheceu, entretanto, que os policiais passaram do limite. “O excesso não se pode negar: 111 presos mortos, nenhum policial.”

Na ocasião, os projéteis retirados dos corpos das vítimas ficaram guardados, uma vez que o Instituto Médico-Legal alegou que não tinha meios para fazer aquele número de análises. “Verifiquei que não houve interesse do governo de que se realizasse essa perícia. Porque bastava ter adquirido um equipamento mais moderno, em vez de se gastar em propaganda”, ressaltou Léllis ao acusar o governo estadual de não ter se esforçado para solucionar o caso.

A análise balística nunca chegou a ser feita. “Os projéteis apreendidos sumiram de dentro do fórum”, lembrou a advogada de parte dos réus, Ieda Ribeiro de Souza. Para ela, os policiais acabaram sendo condenados diante da incapacidade de responsabilizar os comandantes da operação. “Já que nós não conseguimos pegar o culpado real, que é o governador Fleury Filho [governador à época], vamos pegar o elo mais fraco”, disse ao pedir a anulação dos julgamentos.

Acusação

A procuradora Sandra Jardim rebateu alguns dos pontos técnicos levantados pela defesa, que acabaram rejeitados pelos desembargadores, e destacou os elementos que apontam abusos da ação policial. Segundo ela, muitos foram mortos sem roupas no interior das celas. “Quando os presos já estavam desarmados, acuados e rendidos”, ressaltou a representante do Ministério Público.

Sandra ainda acusou os policiais de tentar eliminar as provas dos crimes. “Nenhum projétil ou estojo vazio foi encontrado no local”, afirmou, com base nos depoimentos colhidos durante o processo.

Em ocasiões anteriores, o ex-governador se manifestou sobre o assunto. Fleury explicou que os fatos ocorreram na véspera das eleições municipais e que, no dia, ele estava em Sorocaba, no interior do estado, em campanha com um candidato da cidade.

Fleury disse que foi informado sobre uma rebelião em São Paulo, mas que “as coisas estavam sob controle”.

O Massacre do Carandirú é um dos maiores crimes contra a humanidade da História Mundial.

E a impunidade ao que parece reina para os culpados.

Dá pra acreditar na justiça de nosso país?

Dias difíceis, os atuais.

Muito difíceis!

Fonte: EBC

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Fim de Semana: Orquestra Sinfônica e Banda Lira em Santo André!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Santo André, cidade ao lado de São Paulo, mostra o melhor da música erudita e popular instrumental neste fim de semana.

Orquestra Sinfônica

No último fim de semana do mês, a Orquestra Sinfônica de Santo André realiza dois concertos. Amanhã, dando continuidade à Temporada Oficial 2016, a apresentação será no Teatro Municipal Antônio Houaiss, às 20h.

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Sob o comando do maestro Abel Rocha, os músicos interpretarão as obras Romeu e Julieta (suíte n. 1) Op. 64, de Sergei Prokofiev, em homenagem aos 400 anos da morte de William Shakespeare (1564-1616); a Sinfonia Concertante em Mi bemol maior k. 364/320d para violino e viola, de Wolfgang Amadeus Mozart, tendo como solistas Paulo Gonçalves, violino, e Thiago Neres, viola; e a Sinfonia n. 9, em Mi bemol Op. 70, de Dmitri Shostakovich.

Obs – No domingo (24/09), em mais uma edição da Série Itinerante, o concerto, com o mesmo programa, será na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, às 19h30.

O endereço é Praça do Cruzeiro, n. 420, na Vila Curuçá.

Quando?

Sábado – 23/09/2016 – 20h

Onde?

Praça IV Centenário, s/n, Centro.

Quanto?

Grátis – chegar no local às 19h para retirada de ingressos

Banda Lira

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Já a tradicional Banda Lira, com o regente Claurício Cypriano, se apresenta no domingo, às 15h, no Parque Ipiranguinha, trazendo o melhor da música popular em versão instrumental, lembrando as antigas bandas de coreto nas praças do interior.

Onde?

Rua Sete de Setembro, na Vila Alzira.

Quando?

Domingo – 24/09/2016 – 15h

Quanto?

Grátis

Em São Paulo, no Brasil ou em qualquer parte do mundo, um excelente fim de semana pra você!!!😉

Fonte:

Diário Regional

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Eu prometo!

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candidato

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Antes da eleição as promessas se multiplicam.

Depois dela o que vem pra população?

Sempre as contas para se pagar.

Assim caminha a política brasileira.

As eleições municipais deste ano estão revelando uma série de queda de máscaras.

Os candidatos mais bem pontuados, Celso Russomano, João Dória, Marta Suplicy e Fernando Haddad parece que gostam de divulgar seu pacote de bondade, mas omitem suas poses contrárias  à defesa do povo trabalhador.

Confira algumas peripécias dos candidatos de São Paulo:

Celso Russomano – Envolvido em escândalos, parecendo ser o xerife do consumidor, não deixa claro o que vai fazer para melhorar a vida da população.

João Dória – O candidato das elites promete vender tudo e ser contra a ocupação dos sem tetos, mas invadiu uma viela em sua casa na cidade de Campos do Jordão e foi condenado na justiça por isso.

Marta Suplicy – Golpista e traidora da base popular dos trabalhadores, agora se diz contrária a leis que vão retirar direitos da população brasileira.

Fernando Haddad – Cria concursos públicos e na hora de convocar, prefere nomear cargos comissionados, atropelando quem foi lá, se inscreveu, pagou taxas, fez provas e passou com mérito.

Estamos citando candidatos apenas da cidade de São Paulo, porém esta realidade está presente em todas as cidades do Brasil.

Pense muito bem antes de votar!

 

Terceirização do Serviço Público: A quem interessa?

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terceiriza

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Em um momento de desemprego e decisão de retirada dos direitos dos trabalhadores, uma pergunta fica no ar: Porque a elite política brasileira gosta tanto da terceirização?

O primeiro motivo defendido pelo governo golpista atual vem da defesa da lógica neoliberal que prega um Estado Mínimo com o menor número de empregados diretos na máquina pública, gerando assim redução de impostos e menos gastos diretos do governo com questões trabalhistas.

Mas se não engolirmos este discurso e pensarmos mais um pouco veremos que o buraco é mais embaixo.

Empresas terceirizadas cobram menos pela promessa de mesmo serviço realizado.

Se cobram menos, e precisam tirar lucro do serviço, na ponta vão remunerar menos os trabalhadores, para deles auferir o lucro.

Empresas terceirizadas podem ser organizadas por associações ligadas a forças políticas partidárias.

Forças políticas partidárias, quando em governo, acabam usando as empresas terceirizadas para contratar funcionários que foram seus cabos eleitorais.

Assim, um prefeito, governador e no caso o presidente ilegítimo, podem estufar o peito e dizer que diminuíram os cargos comissionados, porém na verdade estes cargos podem ser subvencionados pelas empresas terceirizadas e os lucros divididos em um esquema poderoso de corrupção e farra fiscal.

Empresas que podem muito bem ser de parentes e amigos de quem?Dos políticos, é claro!

Um último e não menos grave problema da terceirização é que este modelo acaba por instituir duas categorias de funcionários: os concursados e os contratados.

Teoricamente estas duas categorias devem garantir o mesmo serviço.

Porém sem os mesmos direitos, os funcionários terceirizados podem acabar sobrecarregados, ameaçados, e ainda estarem despreparados para assumir uma função operacional, ou até mesmo técnica e científica.

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Assim, a qualidade do serviço público tende a se precarizar.

E neste pior dos mundos quem perde serão todos.

O funcionário concursado, taxado pelo governo de ineficiente, por muitas vezes é vítima de assédio moral.

O funcionário terceirizado, taxado de precário, por muitas vezes também é vítima de assédio moral.

E a população que nunca terá acesso aos serviços de qualidade.

Isso acontece em todos os governos.

De todos os partidos!

Mas como tudo que é ruim pode piorar, Michel Temer planeja, em seu sórdido plano, congelar novos concursos!

Servido aos grandes interesses, que com certeza, não é o mesmo interesse nem seu, nem meu, nem nosso!

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Sem Moral e sem Civismo.

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Em pleno século XXI o ministro da Educação, mostra para onde seguirá o abismo cultural nos próximos anos no Brasil golpista.

Após anunciar a intenção de enxugar o Ensino Médio, através de uma Medida Provisória, Mendonça Filho, ‘Ministro’ da Educação, anunciou o retorno de uma disciplina que outrora permeava a grade curricular dos estudantes do Brasil: trata-se de Moral e Cívica.

Em medida polêmica, anunciou a extinção definitiva de filosofia, sociologia e história, tradicionalmente servis da esquerda marxista nacional.

E tratou de justificar cada uma.

“É uma questão de coerência extirpar o ensino de história das escolas. Nosso slogan é ‘ordem e progresso’ e temos que olhar para frente! Aprendi mais história lendo a Turma da Mônica do que nos livros e com professores petistas! Filosofia e sociologia ninguém entende nada, é inútil e um zoológico de professores excêntricos”, alinhavou.

”Para além de toda a violência, a ditadura provocou grande prejuízo sobre a educação e isso permanece ate hoje. A disciplina Educação Moral e Cívica foi um dos grandes projetos dos ditadores para construir valores na sociedade, adequados ao ideal de segurança nacional.” Essa é a análise do professor Cleber Santos Vieira, do Departamento de Educação de Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apresentada hoje (12) no 1º Seminário do Núcleo de Direitos Humanos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Vieira ajudou a organizar o debate sobre impactos da ditadura na educação para a Comissão Estadual da Verdade, da Assembleia Legislativa paulista. Segundo ele, a inserção da temática de direitos humanos na educação estava sendo debatida nos anos 1960, mas foi suprimida pela ditadura. Assim como outros projetos, como os de educação popular.

No início da década de 1960 havia muitos projetos de educação adulta popular como o ”De pé no chão também se aprende a ler”, com ideal participativo e cidadão, que foram destruídos para implementação de um modelo semelhante ao que existe hoje na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os idealizadores desses projetos acabaram presos e banidos.

”Foi um projeto sistemático e bem pensado para destruir a estruturação do ensino e projetos que estavam em curso”, afirmou Vieira. Ele destaca ainda a exclusão de conteúdos como História e Geografia, substituídos pela disciplina Organização Social e Política do Brasil (OSPB).

Anísio Teixeira, ministro da Educação do governo João Goulart, foi quem incluiu a OSPB no currículo, em 1962. A proposta de Teixeira era dar conhecimento de leis e questões políticas para que o povo pudesse interferir com melhores condições nas decisões da sociedade. ”A ditadura sugou a ideia e a colocou a serviço da doutrina de segurança nacional”, afirmou Vieira.

O pesquisador lembra ainda que o projeto de educação da ditadura buscava ainda esvaziar o conteúdo crítico do currículo brasileiro. Não era só dentro da sala de aula, tinha de cantar o hino todo dia, por exemplo. E apesar do apoio do órgão americano de desenvolvimento da época – a Usaid –, não se apropriou de ideários como o a formação cidadã da população, extremamente comum nos Estados Unidos e na França, por exemplo.

Para a coordenadora de Direito à Memória e à Verdade da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Carla Borges, a educação em direitos humanos é fundamental para evitar a repetição da historia. ”É importante dar pleno conhecimento a todos, mesmo aqueles que não passaram por isso. Todos ainda vivenciamos violência que vem desde então. Já se sabe hoje que naquele tempo também havia ações de higienização e extermínio. Educação e cultura são o caminho”, afirmou.

Para Carla, esse espaço na educação é muito importante porque a escola é um espaço de construção de memoria coletiva.  Ela se disse preocupada ao ver pessoas em manifestações pedindo a volta da ditadura. ”E preciso fazer essa conexão entre passado e presente para que os jovens entendam e se interessem pelo tema”, afirmou.

Em resumo, teremos no futuro uma geração alienada e despolitizada.

Uma juventude que sofrerá muito mais para entrar em uma universidade pública e até mesmo nas melhores universidades privadas.

Porque a intenção é esta mesmo.

Não deixar os pobres no ensino superior.

Não deixar atingirem a maturidade intelectual.

Essa é a meta  golpista.

Ordem e progresso sem moral e sem civismo.

Fontes:

http://www.redebrasilatual.com.br

http://www.diariopernambucano.com.br

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Boa semana pra quem?

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Desemprego recorde no país.

Retirada de direitos trabalhistas.

Reforma no ensino que vai tirar matérias de humanas do Ensino Médio.

Polícia fascista agredindo trabalhadora idosa na Avenida Paulista.

Me desculpem.

Está difícil ser hipócrita e desejar uma boa semana!😦

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Fim de Semana SP: Amy está entre nós!

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amy

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

O fim de semana em São Paulo promete!

Dois shows de blues jazz e rock gratuitos fazem parte da programação da cidade!

Confira:

Tributo à Amy Winehouse

miranda

No sábado, dia 17, às 16h30, os carros do estacionamento do MIS saem de cena e o espaço será ocupado por um palco ao ar livre, onde será realizado o TRIBUTO – Samsung Conecta.

No evento, a cantora Miranda Kassin promove homenagem à eterna diva Amy Winehouse, que completaria 33 anos no dia 14 de setembro.

O show “I Love Amy”, conta com hits que embalaram a carreira da britânica, como Rehab, Back to black, Tears Dry on Their Own, Wake up Alone e You know I’m no Good.

Além disso, haverá músicas do disco de estreia “Frank” e outras mais antigas que ganharam o coração dos fãs na voz de Amy, como Valerie (The Zutons) e Monkey Man (The Specials).

Miranda canta acompanhada de Mauro Motoki (guitarra), Renato Cortez (baixo), Piero Damiani (teclado), Tiago Sormani (sax) e Ângelo Kanaan (bateria).

QUANDO?

Dia 17 de setembro. Sábado, às 16h30

ONDE?

Museu da Imagem e do Som (MIS)

Av. Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo

QUANTO?

Grátis

Música no Mirante 9 de julho

autorama

No domingo, às 18hs, o Mirante recebe Gabriel Thomaz Trio no projeto solo instrumental de rock dançante, representante da geração nacional dos anos 90 e líder da banda Autoramas.

O show, com temas inéditos e instrumentais compostos por Gabriel para os Autoramas e algumas releituras de clássicos, é acompanhado pelo VJ Spetto, especialista em projeções de larga escala, com video mappings em edifícios de mais de uma dezena de países em diversos continentes.

Às 18h40, Giselle Beiguelman e Lucas Bambozzi apresentam a performance audiovisual “Museu dos invisíveis”, com o contexto histórico no qual o Mirante 9 de Julho está inserido.

Os artistas envolvem o público presente e os transformam em personagens e monumentos que são manipulados ao vivo, intercalando as interações com trechos de vídeos e entrevistas.

A performance é seguida da apresentação dos goianos da Carne Doce com letras impactantes e reflexivas. Esse é o primeiro show do novo disco “Princesa”, às 19h.

A apresentação também é acompanhada pelo VJ Spetto, integrante dos United VJs.

QUANDO?

Dia 18 de setembro. Domingo, a partir das 18hs

ONDE?

Mirante 9 de Julho

R. Carlos Comenale, s/n – Bela Vista, São Paulo – SP – Atrás do MASP (Metrô Trianon/Masp)

QUANTO?

Grátis

Em São Paulo, no Brasil ou em qualquer parte do mundo, um excelente fim de semana pra você!!!😉

Fonte:

http://www.guiadasemana.com.br

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