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Novembro Consciente!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Não será apenas um feriado.

Não será um dia.

Será todo um mês.

Um mês que talvez entre para a história do Brasil como um dos mais importantes.

Se resistir é o verbo da contemporaneidade, a comunidade negra tem motivos cada vez mais fortes para resistir e lutar pela garantia de direitos, hoje e futuramente.

Para tanto a Central Única dos Trabalhadores lançou uma programação especial no mês de novembro para que a sociedade como um todo retome a consciência de que é importante conjuntamente refletir sobre os dias que virão.

A programação terá um conjunto de solenidades oficiais, palestras, exposições e atividades culturais.

Confira no link abaixo a programação completa pelo estado de São Paulo:

http://www.quimicosabc.org.br/noticias/cut-sp-e-sindicatos-organizam-atividades-de-luta-no-mes-da-consciencia-negra-2825/?fbclid=IwAR2oQ5JO9soNU1eTMKnhp63CWXJF9v84Rnd8cNhOI0KKlAvjFfVjEPzeavY

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Não é mais cega…

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A justiça não se corrompe.

Mas ela pode ser corrompida por terceiros.

Sendo corrompida, não é mais cega!

Terceirizada a justiça apontou um lado.

Influenciou e jogou para a direita nas eleições.

E também fora das eleições.

Fez o que todos os impunes fizeram.

Sem que todos os envolvidos soubessem quais os movimentos das peças e da regra do jogo.

Jogo que foi empurrado e que já arrepende a torcida que torceu contra o processo democrático e ajudou no gol contra.

Mais um 7 a 1.

Agora na vida real.

E o “soldado” foi cobrar seu soldo.

Deixa a política e sordidamente se torna político.

Para comandar o mecanismo.

Em mais uma canção,  os versos inspiram este momento.

Desta vez Chico Buarque ilustra:

“Essa cachaça a desgraça que a gente tem que engolir, Deus lhe pague!”

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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O Astronauta de Mármore

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FBC

Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A imagem acima diz muita coisa.

Descreve um astronauta desconectado com sua nave espacial e rumo ao nada, ao vácuo do deserto do espaço.

O astronauta Marcos Pontes é um exemplo material desta metáfora tupiniquim.

Desconectado da realidade.

Acaba de ser anunciado como Ministro da Ciência e Tecnologia.

Totalmente desconexo da nave brasileira extremamente neoliberal, o astronauta será, num primeiro momento, exaltado.

Estará presente na nova estrutura de marketing do futuro governo e cairá rapidamente no ostracismo do vácuo político.

Sabem porquê?

Porque um país sem verbas para a educação, saúde e desenvolvimento social, nunca será um país preparado para a ciência e a tecnologia.

O astronauta sentirá o chão frio do mármore, e lamentará que na realidade, nem novos projetos para plantar feijões no espaço (foi esta a missão dada ao referido novo ministro no espaço), o Brasil será convidado.

Restará aquele verso da canção de David Bowie, traduzida pela banda brasileira Nenhum de Nós :

“Não era mais o mesmo,  mas estava em seu lugar…”

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Receita de Bolo-Pamonha

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INGREDIENTES

  • 1 lata de milho verde com água e tudo

  • 1/2 lata da mesma de óleo

  • 1 lata da mesma de açúcar

  • 1/2 lata da mesma de fubá

  • 4 ovos

  • 2 colheres bem cheias de farinha de trigo

  • 2 colheres de coco ralado

  • 1 colher e 1/2 de chá bem cheia de fermento em pó

  • MODO DE PREPARO

    1. Bata bastante todos os ingredientes no liquidificador, depois bem batido e acrescente o coco ralado e o fermento e misture, coloque para assar
    2. Pode colocar na forma redonda de buraco e na quadrada, a forma deverá ser untada e enfarinhada
    3. O tempo de preparo na redonda é mais rápido, mas a receita fica menor, para aumentar faça 2 vezes
    4. O bolo fica parecendo pamonha, bem cremoso, fica uma delicia
    5. Leve ao forno preaquecido a 180ºC por, aproximadamente, 40 minutos

      Fonte: gshow.globo.com

A História é outra…

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Tudo pode mudar!

Inclusive as conveniências dos interesses.

O que você vai ler abaixo é incrível e surpreendente.

Quem traz a notícia é a jornalista da coluna “política de valor” da Rádio CBN, Maria Cristina Fernandes.

Há 40 anos, grupo de empresários assinou documento pela redemocratização.

Antônio Ermírio de Morais, Cláudio Bardella, Paulo Vellinho, Jorge Gerdau, Paulo Villares, José Mindlin, Laerte Setúbal Filho e Severo Gomes assinaram o ‘Documento dos Oito’, que ajudou a derrubar a ditadura militar no Brasil. Pelos olhos de hoje, o documento poderia se confundir com um manifesto de esquerda.

A História registra portanto, uma época em que até empresários melhores e com mais consciência já tivemos neste país.

Confira o áudio no link abaixo:

http://audioglobo.globo.com/cbn/podcast/feed/327/politica-de-valor

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Na beira da Loucura!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Você já parou pra pensar no quanto o povo pode colocar no poder políticos insanos?

Na verdade o conchavo político, antes das eleições amplas e da universalidade do voto colocou um político clinicamente considerado insano no poder.

O nome do presidente era Delfim Moreira, que exerceu o mandato entre 1918 e 1919.

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Delfim Moreira foi clinicamente diagnosticado, sendo constatada artoriosclerose múltipla.

Em decorrência desta enfermidade, as tarefas administrativas foram colocadas para Afrânio de Melo Franco, Ministro da Viação.

Delfim Moreira ficou apenas 9 meses no mandato e posteriormente entregou o cargo para o presidente eleito Rodrigues Alves em 1919.

Porém a pior  loucura pode ser a do eleitor, que atingido pelo ódio, não pela razão pode eleger políticos que esconderam insanidades e verdadeiros atos inconsequentes na história do Brasil.

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Em um período pós governo de Juscelino Kubitscheck, que inaugurou Brasília e tentou apaziguar o caos político no país após a morte de Getúlio Vargas, Jânio Quadros em sua ascenção meteórica tentou fazer do discurso conservador do moralismo e do combate a corrupção, suas plataformas de governo mas, após eleito presidente, apenas decretou ações pífias como a proibição da peça de praia biquini, do lança-perfume, das rinhas de briga de galo, entre ações que não representava nem de longe a esperança da população por dias melhores. Pressionado por uma meteórica impopularidade política, Jânio Quadros afundou, tendo que renunciar ao poder em 25 de agosto de 1961.

Fernando Collor

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Eleito como um candidato que vendia um novo populismo, porém carregado de atitudes conservadoras de direita, Collor sequestrou a caderneta de poupança de milhões de pessoas, abriu o mercado brasileiros para importações, gerando uma crise sem precedentes e levando a economia brasileira ao abismo, com  uma das maiores hiperinflações da história do Brasil. Sem o apoio popular e político, Collor se viu obrigado a renunciar para não ser derrubado pelo impeachment.

Como podemos perceber, o populismo conservador de direita, pode prometer o céu na terra, mas abandona o eleitor no primeiro dia de mandato.

Que a história das tragédias acontecidas em nosso país não se repita na insanidade da loucura de governantes e governados!

Fonte: acervo.estadao.com.br

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Definitivamente #ELENÃO

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Brincar com a democracia é brincar com fogo.

Muitos deram a mais que a vida pelo regime democrático.

Além da vida.

Deram o sangue.

O corpo.

O Berro de dor.

Muitos não deram nada.

Porque resistiram até o último suspiro de vida.

Não entregaram as ideias, os ideais.

Muitos hoje entregam o que não tem.

Muitos dão de graça a fagulha de consciência.

Muitos doam a gratidão por ainda não terem passado fome.

Muitos vendem a alma ao diabo.

Diabo que manipula igrejas, que conta o dinheiro dos fiéis.

Muitos vendem o país ao diabo, que ri de sua poltrona de descanso.

Esperando às gargalhadas a quase decisão soberana de reféns de um sistema falido.

Quem pode ou não pode pode e deve a única coisa que lhe resta.

A resistência.

A luta para que o dia não vire pesadelo.

Para que o dia não vire uma longa e fria noite.

Se houver a tragédia, que não seja passiva.

Que haja luta até o fim.

Se não por nós ou por eles, por quem foi calado e sufocado.

Definitivamente, #ELENÃO

*Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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