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Aqui no Blog Contraponto Social: Cursos Online gratuitos para driblar a quarentena!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A notícia da pandemia e a quarentena nos últimos tempos tem fechado portas para muitas oportunidades.

Mas para quem atua na área social, ou mesmo em outras áreas, existe uma gama de cursos gratuitos online que podem ser acessados em alguns links:

O Ministério da Cidadania disponibiliza alguns cursos que podem ser acessados no link abaixo:

http://www.mds.gov.br/ead/

UnB

Já a UnB (Universidade de Brasília), por meio da plataforma Escola para Cidadania, oferece 18 cursos on-line gratuitos com certificado, todos com carga horária de 40 horas. Os conteúdos têm o objetivo de abordar temas ligados às 10 competências gerais da BNCC – Base Nacional Comum Curricular, que são Conhecimento, Pensamento Crítico e Criativo, Repertório Cultural, Comunicação, Cultura Digital, Trabalho e Projeto de Vida, Argumentação, Autoconhecimento, Empatia e Cooperação e Responsabilidade e Cidadania.

Para se inscrever, acesse a página da Escola para Cidadania, no link:

https://ead.escolaparacidadania.unb.br/course/ e clique no ícone “Criar uma conta”, no canto superior direito.

Em seguida, será necessário concordar com a política de privacidade, preencher um formulário informando CPF, e-mail, nome e sobrenome, além de fornecer uma senha.

Feito isso, você poderá realizar quantos cursos desejar, inclusive mais de um simultaneamente.

O início é imediato.

Você terá três meses para completar as opções escolhidas e poderá solicitar seu certificado de conclusão caso tenha desempenho maior ou igual a 50% na avaliação. Se você for reprovado depois de duas tentativas, deverá iniciar o curso novamente.

Obs.: não há acompanhamento de tutores ou professores.

Abaixo, confira os conteúdos disponíveis:

  • Cuidando de Pessoas Idosas;
  • Empreendedorismo na pesca;
  • Gestão da Qualidade;
  • Higiene na indústria de alimentos;
    Análise de riscos na construção civil;
  • Segurança da Informação;
  • Processos Industriais;
  • Comunicação Escrita para o Trabalho;
  • Planejamento de negócios na pesca;
  • Demonstrações contábeis e sua análise;
  • Espanhol aplicado ao trabalho;
  • Inglês aplicado ao trabalho;
  • Fundamentos e processos de gestão de RH;
  • Perfil e processo de trabalho dos ACS;
  • Português básico para o mundo do trabalho;
  • Análise de Investimento;
  • Introdução ao Excel;
  • Tecnologias de uso racional da água: ambientes domiciliares.
  • Os cursos também podem ser acessados por meio do Handtalk, software que realiza a tradução dos conteúdos para LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).

UFSC
A Semana do Meio Ambiente da Universidade Federal de Santa Catarina de 2020 está sendo realizada integralmente on-line.

Em celebração ao dia internacional do meio ambiente, que ocorre na sexta-feira, 5 de junho, a Coordenadoria de Gestão Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (CGA/UFSC), promove seis palestras sobre temas diversos, transversais à relação entre seres humanos e meio ambiente, a partir desta segunda-feira, primeiro de junho.

Para acompanhar a programação acesse o link abaixo:

Semana do Meio Ambiente da UFSC inicia nesta segunda com palestras on-line

Fontes:

MDS, Canal do Ensino, UFSC e UnB

* Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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O tempo passa…

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

O título acima remete ao narrador de futebol, saudoso, Fiori Gigliotti.

Ele utilizava o bordão quando se referia aos minutos rodados no placar durante a partida da peleja.

Quisera eu poder dizer que o tempo passa de forma lúdica.

Porém nestes 5 anos, o blog Contraponto Social tentou ilustrar um pouco da realidade, dos fatos acontecidos na trajetória social e política do Brasil.

Hoje, passado um golpe institucional de Estado, a tomada do poder por uma política nefasta ultraliberal, além da constatação de que o país involuiu, podemos sentir um pouco de alegria pela missão de levar algumas informações positivas, de assuntos sociais também relevantes, de poder compartilhar links e boas iniciativas tanto na área social e até mesmo no lazer para o fim de semana em São Paulo.

Dicas e materiais de estudos, livros e, uma gama de informações também foram compartilhados no intuito de trazer uma fonte de informação a mais no meio do mar das fakenews.

Atualmente o blog Contraponto Social tem o intuito de ter uma crítica ácida e de resistência frente ao desgoverno instaurado neste país.

Estamos aqui como sempre estivemos.

Com o olhar e a análise pronta e consciente para levar a melhor reflexão até você!

Muito obrigado e que venham os próximos anos de uma virada por dias melhores!

* Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Cloro…quem?

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

A imagem acima descreve a estrutura molecular da cloroquina.

A cloroquina é um medicamento indicado principalmente para o tratamento do lúpus, que é uma doença que atinge a imunidade de algumas pessoas.

Sua eficiência para esta enfermidade é comprovada.

O que não podemos dizer o mesmo da enfermidade que passa nosso país atualmente com o coronavírus.

Temos um país doente, que nem cloroquina, nem o mais milagroso dos remédios vão conseguir sanar em nosso país.

Pois não se trata neste momento de doença biológica neste caso.

Trata-se de doença social e cultural.

Desde o golpe de 2016, a saúde em nosso país vem sendo reduzida ao menos do que o mínimo necessário para a prevenção, quiçá o tratamento.

A verba carimbada não existe mais.

O primeiro presidente golpista saiu do poder sem montar um plano estratégico de cuidados com a população.

O presidente atual, como um falso messias, anuncia como o vendedor de coca-cola do século 19 que a cloroquina cura até frieira.

Mas o que ele quer mesmo, assim como a maioria dos políticos reacionários atuais, é que o trabalhador humilde e  contribuinte morra pela inércia do Estado, e que não tenha nem o direito de se proteger.

Enquanto boa parte da população e a classe dominante seguir esse charlatão, a conta de infectados e mortos continuará a fazer do Brasil o líder das estatísticas macabras.

E não haverá cloroquina que dê jeito nisso.

* Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Muito além do “E daí?”

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Por Mauricio Vlamir Ferreira. 

Neste momento onde espera-se uma atitude de liderança positiva do presidente da república, a omissão criminosa dá o tom ao morticínio instalado pela falta de ação do governo federal.

A atitude, ou a falta dela,  por parte do que deveria ser o líder de uma nação, tem um fim proposital.

E o que é pior: é apoiado por pessoas mal intencionadas que desafiam a lógica da sobrevivência no país.

Mas essa atitude insana, tem seu histórico nos tempos da Alemanha nazista.

A reportagem de 16 de agosto de 2011 da revista “Veja”, descreve o livro do historiador Robert Gellately, que afirma que o povo alemão sabia dos crimes cometidos pelos líderes do governo alemão antes e durante a II Guerra Mundial.

Confira abaixo:

“Contrariando estudiosos que dizem que as atrocidades do nazismo eram desconhecidas por grande parte da população alemã, a escritora Christa Wolf declarou certa vez que para saber sobre a Gestapo, os campos de concentração e as campanhas de discriminação e perseguição bastava ler os jornais.

Para comprovar essa hipótese, o renomado professor de história da Universidade Estadual da Flórida Robert Gellately reúne provas de que a sociedade tinha acesso a essas informações em seu mais novo livro, Apoiando Hitler: Consentimento e coerção na Alemanha nazista, lançado em julho de 2011 no Brasil (Ed. Record, tradução de Vitor Paolozzi, 518 páginas).

De acordo com o autor, Hitler não só divulgou abertamente as ações do governo, que assumira em agosto de 1934, como também conquistou amplo apoio popular para colocá-los em prática. “Ele não queria subjugar os alemães, mas conquistá-los. Para isso, polia os ideais germânicos, construía imagens populares positivas na imprensa e manipulava fobias milenares”, pontua Gellately.

Frustrados com o experimento democrático da República de Weimar (1918 a 1933) – instaurada na Alemanha logo após a I Guerra Mundial, herdando todo o peso da derrota do país na disputa, resultando em caos econômico, social e político -, os alemães se mostraram orgulhosos ao enxergar Hitler como um líder que conseguiu lhes devolver a sensação de segurança e normalidade, além de combater o desemprego e a inflação. Ao avaliar um vasto material sobre a polícia secreta e os campos de concentração publicados na imprensa naquele período, Gellately comprova que o povo alemão formou a base sólida do regime nazista.

As autoridades não só publicavam histórias de “crime e castigo”, como elaboravam uma teoria prisional e policial coerente, racional e científica. Explorando os arquivos da Gestapo, Gellately foi além de qualquer outro historiador. “As provas materiais foram destruídas por toda parte, exceto em três cidades – e foi ali que foquei minhas pesquisas”, conta o autor, que revela nesta entrevista ao site de VEJA suas descobertas, consideradas pioneiras.

Como o senhor chegou à polêmica conclusão de que grande parte dos alemães tinha uma imagem clara das atrocidades nazistas?

Entre 1933 e 1939, a maioria dos cidadãos sabia sobre os campos de concentração e a Gestapo (polícia secreta do regime nazista), simplesmente porque se podia ler abertamente sobre o assunto na imprensa. Conhecendo o mito “nós não sabemos de nada”, fiquei chocado com a quantidade de material que era publicado na imprensa local, regional e nacional. Muito do que aconteceu estava ali – as pessoas apenas ignoravam por rejeitar a informação. Isso porque o regime nazista não ameaçava todos os alemães, apenas grupos minoritários selecionados, incluindo, claro, os judeus. A grande maioria da sociedade tinha pouco a temer. Já durante a II Guerra, entre 1939 e 1945, as informações eram mais encobertas. Não obstante, um grande número de pessoas estava envolvido diretamente com as ações do governo, e as notícias chegavam a qualquer um que quisesse de fato saber o que acontecia por baixo dos panos. Nesse período, os campos de concentração cresceram, ocupando fábricas distantes dos centros urbanos e também no interior de algumas cidades, tornando-se parte da vida cotidiana das pessoas e, portanto impossível de serem ignorados.

Quanto os alemães de fato sabiam sobre os campos de concentração e a Gestapo?

Eles sabiam muito. O regime tinha orgulho de sua nova polícia e a celebrava anualmente no “Dia da Polícia Alemã”. Um bispo católico chegou a se gabar à congregação sobre como um campo de concentração na região tinha dado à área um novo “sopro de vida”. Hitler apostou no apelo popular por meio de um regime baseado no lema “lei e ordem”. Não são poucos os que preferem a repressão em nome da lei e da ordem em toda parte do mundo. E nós sabemos que esses recursos podem ser perigosos para pessoas ingênuas e inocentes. Por isso, o terror trouxe muito mais apoio ao nazismo do que tirou. O regime se vangloriava de sua nova abordagem contra criminosos reincidentes, alcoólatras crônicos, criminosos sexuais, desempregados e mendigos. Hitler prometeu “limpar as ruas”, e a maioria das pessoas aprovou a medida. Algumas acreditavam de fato no Hitler e no nazismo. Outras queriam proteger seu país e lutar como nacionalistas e patriotas. E provavelmente a maioria lutou para manter distantes os russos e os comunistas, que eram amplamente temidos e odiados no país.

De que forma a experiência de Weimar aumentou o apoio popular a Hitler? Weimar produziu impasses políticos e coalizões governamentais – e, depois de 1929, os regimes não se mostraram fortes o suficiente para superar o desemprego. A ditadura de Hitler se livrou dessas lutas entre partidos, das eleições intermináveis e da fraqueza do governo. Inicialmente, o povo queria “dar a Hitler uma chance”, como se dizia naquela ocasião. De fato, foi uma tentação votar nele. Somente depois se descobriu que ele tinha em mente ideias muito mais radicais do que qualquer um poderia imaginar. Mas quando se percebeu o que estava por vir, já era tarde.

Como a imprensa construía histórias consistentes sobre o regime?

A abordagem nazista para o crime, a raça, a polícia, os campos de concentração não eram apenas casuais, irracionais e esquizofrênicas. O regime, na verdade, apresentou medidas racionais consistentes ao público na imprensa e no cinema. A censura – além de deixar de fora judeus e desligar as vozes comunistas e socialistas – não foi martelada a cada dia. As organizações nazistas, incluindo a SS e a Gestapo, sabiam perfeitamente bem o que queriam dizer, mas Joseph Goebbels e seus parceiros tinham em mente que os cidadãos perceberiam se todos os jornais divulgassem notícias idênticas. Então, era dada aos editores uma ideia geral do que o regime decidia que seria noticiado, e cada veículo seguia aquela ideia a sua maneira. O jornal diário do governo, o Voelkischer Beobachter, era o de maior circulação no país e suas histórias eram frequentemente repetidas por outras publicações. A SS também tinha sua própria publicação, igualmente popular. Para reforçar a boa imagem do sistema, Hitler e Goebbels ainda favoreciam e tratavam com condescendência certos escritores, diretores de cinema e outros artistas. Com isso, os filmes que se destacavam elevavam a raça alemã e promoviam o racismo e outros valores nazistas.”

Conforme demonstrado acima, as estratégias da aparente desinformação tem um efeito letal e devastador, principalmente para os sujeitos mais vulneráveis e desamparados em uma sociedade.

O “E daí?” vai muito além do sujeito desinformado e incompetente, e acerta em cheio o coração de seus apoiadores que cegamente apoiam o Brasil num precipício mortal e talvez sem volta.

Fonte:

https://veja.abril.com.br/mundo/os-alemaes-sabiam-e-aplaudiam-atrocidades-do-nazismo/

* Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Recordar (ainda) é viver!

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Por Mauricio Vlamir Ferreira.

O planeta vive uma pandemia.

Não é a primeira e não será a última.

A questão é: o que fazem os governos com a ciência tão desenvolvida em nossos dias atuais.

Ou…

O que não fazem os governos nos dias atuais.

A questão do contágio pode ser evitada, ou pode ser ampliada.

Dependendo interesse do governo e do tipo de intenção de seu governante.

Isso não é de hoje.

Em 1918, há 102 anos atrás houve a gripe espanhola, e um governo tão incompetente como o de hoje.

Acrescente a isso, uma população revoltosa com a vacina contra a febre amarela, e você terá um arco de ignorância como nos dias atuais.

O estrago da gripe espanhola pode ser conferido em uma aula virtual do professor Eduardo Bueno:

Mas o pior é saber que os colonizadores do Brasil, usaram pragas para dizimarem populações indígenas, como Ianomanis, Tupis, Aymorés e, principalmente, os Goytacazes.

Esta última tribo foi dizimada covardemente pela varíola.

Saiba como, no vídeo abaixo em brilhante explicação do Professor Eduardo Bueno:

Como vimos, os governos deveriam planejar e agir para o bem-estar e conforto da população, mas na realidade eles estão submetidos ao desejo da elite exploradora e assassina burguesa.

A nós, só resta resistirmos e lutar por dias melhores.

* Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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O elefante na Loja de Cristais

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*Por Mauricio Vlamir Ferreira.

Certa vez Tom Jobim, grande compositor e músico brasileiro disse: “O Brasil não é para principiantes!”

Assim, como um principiante, diante dos olhares e espanto dos líderes dos outros países do mundo, o presidente brasileiro mais uma vez expõe o país como um refém na mão de seu algoz.

O preço?

Milhares de vidas a serem ceifadas pelo descaso intencional, pois, se mortos não movem a economia, na lógica fascistóide da direita chucra brasileira e, do aliado neoliberalismo de negociantes, o “fardo” de idosos da previdência pode naturalmente ser “aliviado”.

Não percebem que depois da tempestade, trabalhadores do mundo terão uma outra visão de mundo, de seus governantes e de seus patrões.

E o líder, pai do bananinha?

Entrará para a história como aquele que se isolou na ignorância da convocaçao do povo nas ruas, quando o mundo clamava pelo isolamento solidário.

Como um elefante numa loja de cristais, o presidente lidera seus correligionários no lamaçal da ignorância, e afunda o país na lata do lixo da história, quebrando qualquer confiança do mundo nas terras tupiniquins.

Como cantava Elis: chora a nossa pátria mãe gentil.

Qual a dimensão do estrago do elefante na loja de cristais, e a quantas vidas ceifadas? Só o tempo, e o bom-senso dirão!

* Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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Coronavirus: faça sua parte!

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*Por Mauricio Vlamir Ferreira

De todas as mensagens circulando pela internet, talvez a mais sensível e importante mensagem, seja esta mensagem abaixo:

Olá!

Meu nome é Mauricio, sou ASSISTENTE SOCIAL e atuo em uma unidade do CRAS – Centro de Referência de Assistência Social, que é a porta de entrada da Assistência Social. É um local público, localizado prioritariamente em áreas de maior vulnerabilidade social, onde são oferecidos os serviços de Assistência Social, com o objetivo de fortalecer a convivência com a família e com a comunidade.

Se você me conhece, sabe do meu compromisso e respeito com o meu trabalho e com o público atendido, em tempo de reclusão não poderei ficar em casa, e continuarei…

Estou me dedicando a tudo que posso para contribuir para evitar a propagação do COVID 19, é preciso ficar em casa, mas infelizmente, nesses momento de pandemia, as expressões da questão social se mostraram ainda mais cruéis…

Tenho muito orgulho do meu trabalho e o faço com dedicação e responsabilidade.

E neste momento preciso de você, por favor, respeite as orientações que estão fortemente divulgadas pela mídia, do contrário você coloca você e sua família, além dos profissionais da saúde, assistência social, limpeza urbana, trabalhadores do comércio em grande risco.

A partir de hoje, mude o comportamento e fique em casa, não faça aglomerações, não vá a bares, restaurantes, baladas e até supermercados.

Aos idosos e pessoas com comorbidades, do grupo de risco, peçam que os mais jovens os ajudem com esta tarefa, se proteja 🙏🏾e me proteja. 🙏🏾

Antes de se deitar, pense em seus pais ou filhos e pense que eu também quero proteger os meus familiares, porém nesse momento dependo que vocês levem as orientações a sério.

Também quero ter o direito de envelhecer. Não contribua com a morte dos profissionais que trabalham nas áreas descritas acima. Fique recluso.

#FIQUEEMCASA
#RESPEITEOSUAS
#RESPEITEOSUS

Se você é profissional da assistência faça um post parecido e mande a todos que gostam de você.

Contém sempre comigo. Posso contar com você?

* Mauricio Vlamir Ferreira é Assistente Social, Especialista em Serviço Social e Educador.

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